Deslocados em Moçambique clamam por terrenos para recomeçar após cheias devastadoras
Desalojados das cheias em Moçambique pedem terrenos para recomeçar vida

Image: noticiasaominuto
Após as cheias que devastaram várias regiões de Moçambique, famílias desalojadas enfrentam dificuldades em centros de acolhimento temporários. Elas pedem terrenos para recomeçar suas vidas, enquanto as autoridades reconhecem a escassez de espaço para reassentamento. Desde outubro, mais de 311 pessoas morreram e cerca de 1,07 milhão foram afetadas.
- 01Mais de 311 mortes registradas devido às cheias desde outubro.
- 02Cerca de 1,07 milhão de pessoas afetadas pelas inundações.
- 03Famílias desalojadas clamam por terrenos para recomeçar suas vidas.
- 04Centros de acolhimento temporários enfrentam problemas de infraestrutura e recursos.
- 05Autoridades municipais reconhecem a escassez de espaço para reassentamento.
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Após duas ondas de cheias que começaram em janeiro, muitas famílias em Moçambique foram realojadas em centros temporários, como uma escola na cidade de Xai-Xai, capital da província de Gaza. Essas famílias enfrentam condições precárias, incluindo falta de água potável e alimentação insuficiente. Desde o início da temporada de chuvas em outubro, 311 pessoas perderam a vida e cerca de 1,07 milhão foram afetadas, com 24.229 casas parcialmente destruídas e 11.996 totalmente destruídas. As famílias clamam por terrenos para recomeçar suas vidas, mas as autoridades enfrentam limitações de espaço para reassentamento. O presidente do Conselho Municipal de Xai-Xai, Ossemane Adamo, reconheceu a necessidade de espaços para reassentamento, mas alertou que a cidade não possui território suficiente. Enquanto isso, as famílias continuam a viver em condições difíceis, dependendo de ajuda pontual e enfrentando riscos de saúde devido à água imprópria. O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) informou que as cheias e o ciclone Gezani causaram a morte de mais de 43 pessoas e afetaram milhares, além de destruir áreas agrícolas e infraestrutura vital.
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As famílias afetadas enfrentam desafios significativos para reconstruir suas vidas, com a necessidade urgente de terrenos para reassentamento. A falta de água potável e alimentação adequada agrava a situação, colocando em risco a saúde e o bem-estar da população.
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