Setores de turismo e construção criticam 'Via Verde' por insuficiência na imigração
Imigração: ‘Via Verde’ recebe sinal vermelho do turismo e da construção
Jornal Economico
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Um ano após a implementação do Protocolo de Cooperação para a Migração Laboral Regulada, conhecido como 'Via Verde', os setores de turismo e construção em Portugal consideram a medida insuficiente para atender à demanda por mão de obra. Líderes do setor pedem uma abordagem mais integrada e rápida para resolver o problema estrutural da escassez de trabalhadores.
- 01O 'Via Verde' é considerado insuficiente para as necessidades de mão de obra em turismo e construção.
- 02O setor de turismo representa mais de 15% do PIB de Portugal, mas enfrenta escassez de trabalhadores.
- 03A construção apresentou 229 pedidos de visto, abrangendo 1.624 trabalhadores, mas a demanda continua alta.
- 04A AEP lançou o programa 'Mover' para qualificar e integrar imigrantes no mercado de trabalho.
- 05A burocracia lenta é um obstáculo para a rápida contratação de trabalhadores estrangeiros.
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Um ano após a entrada em vigor do Protocolo de Cooperação para a Migração Laboral Regulada, conhecido como 'Via Verde', os setores de turismo e construção em Portugal expressam descontentamento com a medida, classificando-a como insuficiente. Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal, destaca que, apesar da importância de um mecanismo formal para a contratação de trabalhadores estrangeiros, os resultados práticos ainda não atendem às expectativas. O turismo, que já representa mais de 15% do PIB, continua a enfrentar uma escassez significativa de mão de obra, especialmente em épocas de alta demanda. No último ano, a construção solicitou 229 vistos para 1.624 trabalhadores, mas a necessidade de profissionais qualificados, como eletricistas e engenheiros, permanece alta. Em resposta à falta de mão de obra, a Associação Empresarial de Portugal (AEP) lançou o programa 'Mover', visando qualificar imigrantes e integrá-los no mercado de trabalho. O presidente da AEP, Luís Miguel Ribeiro, enfatiza a importância de acelerar os processos burocráticos para atender rapidamente às necessidades das empresas.
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A escassez de mão de obra pode levar a atrasos em projetos de construção e serviços turísticos, afetando a economia local e a qualidade dos serviços oferecidos.
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