Presidente do Tribunal de Contas de Portugal expressa preocupações sobre gestão de recursos públicos
Presidente do TdC preocupada com riscos para dinheiro dos contribuintes
Sapo
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Filipa Urbano Calvão, presidente do Tribunal de Contas de Portugal, manifestou preocupações sobre as novas regras de fiscalização de contratos públicos, alertando para riscos que podem afetar o dinheiro dos contribuintes. Ela enfatizou a necessidade de garantir uma gestão eficiente e legal dos recursos públicos, especialmente com as mudanças propostas que isentam contratos de até 10 milhões de euros de controle prévio.
- 01Filipa Urbano Calvão expressa preocupação com riscos para os contribuintes devido a novas regras de fiscalização.
- 02As mudanças propostas incluem a isenção de controle prévio para contratos de até 10 milhões de euros.
- 03Calvão destaca que a gestão pública não deve ser equiparada à gestão privada.
- 04Ela alerta que a falta de fiscalização pode resultar em sugestões de conduta, não em regras obrigatórias.
- 05A presidente do TdC defende que a eficiência da administração pública deve respeitar a lei.
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Filipa Urbano Calvão, presidente do Tribunal de Contas (TdC) de Portugal, expressou preocupações em relação às novas regras de fiscalização de contratos públicos, que foram aprovadas recentemente. Em declarações feitas em Luanda, Calvão afirmou que ainda não teve acesso ao conteúdo detalhado da proposta, mas que a analisará com seriedade para garantir uma boa gestão dos recursos públicos. Ela alertou que as alterações, que incluem a isenção de controle prévio para contratos de até 10 milhões de euros, podem transformar as regras de finanças públicas em meras sugestões, o que representa um risco significativo para as finanças públicas do país. Calvão também rejeitou críticas de que as decisões do TdC seriam políticas, enfatizando que o tribunal exerce controle legal sobre a execução de decisões políticas que impactam financeiramente. Adicionalmente, ela destacou que a falta de recursos humanos na administração pública justifica a manutenção de mecanismos preventivos de fiscalização, alertando que a eficiência administrativa não deve ser alcançada à margem da lei. O ministro da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, defendeu que a nova lei permitirá uma fiscalização mais responsável e gradual, eliminando a necessidade de controle prévio para mais de 90% dos contratos. No entanto, Calvão reiterou que a responsabilidade dos gestores públicos não deve ser diminuída, pois isso pode onerar ainda mais os contribuintes portugueses.
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As mudanças nas regras de fiscalização podem afetar a forma como os recursos públicos são geridos em Portugal, potencialmente aumentando os riscos financeiros para os contribuintes.
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