Contaminação de Ameijoas no Estuário do Tejo Levanta Preocupações em Portugal
Amêijoas? Diretor-geral diz que há casos de contaminação cá (e não só)
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António Coelho Cândido, diretor-geral da Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM), alertou sobre casos de contaminação de ameijoas no estuário do Rio Tejo, afetando a saúde pública. A apanha ilegal de ameijoa-japonesa tem sido uma preocupação crescente, levando a proibições e a necessidade de melhorias na rastreabilidade e controle sanitário.
- 01Casos de contaminação de ameijoas no estuário do Tejo afetam a saúde pública em Portugal e na Europa.
- 02A DGRM proibiu a apanha de ameijoa-japonesa devido a problemas estruturais e riscos sanitários.
- 03A falta de infraestrutura e monitoramento adequado compromete a segurança alimentar.
- 04348 pessoas em vários países europeus necessitaram de tratamento hospitalar devido à ingestão de bivalves contaminados.
- 05É necessário implementar mecanismos robustos de rastreabilidade para garantir a segurança do produto.
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Durante uma audição parlamentar, António Coelho Cândido, vice-almirante e diretor-geral da Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM), discutiu a contaminação de ameijoas no estuário do Rio Tejo, destacando a apanha ilegal da ameijoa-japonesa. Ele afirmou que a exploração desse recurso tem ocorrido em um contexto de fragilidades estruturais, comprometendo a segurança alimentar e a saúde pública. Alertas sobre contaminações alimentares foram registrados, com 348 pessoas em diversos países europeus precisando de tratamento hospitalar após ingerirem bivalves contaminados. A DGRM proibiu a apanha da ameijoa-japonesa em janeiro de 2023, revogando licenças para combater a pesca ilegal. Cândido enfatizou a necessidade de desenvolver mecanismos de rastreabilidade para garantir a segurança dos consumidores e a saúde pública, além de melhorar as condições de monitoramento e controle sanitário. A situação exige uma articulação estreita entre as entidades competentes para um retorno responsável à apanha da ameijoa-japonesa.
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A proibição da apanha de ameijoa-japonesa visa proteger a saúde pública e garantir a segurança alimentar, impactando diretamente os pescadores e a economia local.
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