Irã acelera sentenças de morte em meio a conflitos com EUA e Israel
Irão: Poder judicial pede aceleração de veredictos de condenação à morte
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O presidente do Supremo Tribunal do Irã, Gholam Hossein Mohseni Ejei, pediu a aceleração de sentenças de morte em resposta a um ataque conjunto dos EUA e Israel. Desde o início do conflito em 28 de fevereiro, sete pessoas foram executadas, e organizações de direitos humanos alertam para o risco de mais condenações em processos considerados injustos.
- 01Gholam Hossein Mohseni Ejei pediu aceleração de sentenças de morte.
- 02Sete pessoas foram executadas desde o início do conflito em 28 de fevereiro.
- 03Organizações de direitos humanos denunciam julgamentos injustos e tortura.
- 04A repressão é vista como uma tentativa de controlar a sociedade.
- 05O número total de mortos no Irã pode ser superior a 3.597.
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O presidente do Supremo Tribunal da República Islâmica do Irã, Gholam Hossein Mohseni Ejei, declarou a necessidade de acelerar a emissão de sentenças de morte e a confiscação de bens, em resposta a um ataque militar conjunto de Israel e Estados Unidos ocorrido em 28 de fevereiro. Desde então, sete pessoas foram executadas, incluindo membros do grupo de oposição Mujahidines do Povo do Irã e um cidadão iraniano-sueco. Organizações de direitos humanos, como o Centro Abdorrahman Boroumand, alertam que esses julgamentos são extremamente injustos e que muitos condenados foram torturados para obter confissões. As autoridades iranianas classificaram os condenados como
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As execuções e a repressão em massa afetam diretamente a sociedade iraniana, gerando medo e insegurança entre os cidadãos, especialmente aqueles envolvidos em protestos.
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