Transplante de fígado em São Paulo utiliza tecnologia inovadora para preservação do órgão
Paciente do SUS recebe fígado mantido 'vivo' fora do corpo por mais de 4 horas em máquina
G1 - O Portal
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Um paciente em São José do Rio Preto, São Paulo, recebeu um fígado que foi mantido 'vivo' fora do corpo por mais de quatro horas em uma máquina de preservação. Essa tecnologia, que melhora as condições de transporte e avaliação do órgão, pode aumentar o número de transplantes realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
- 01Fígado foi mantido em funcionamento fora do corpo por 4 horas e 35 minutos.
- 02A nova técnica de preservação pode dobrar o tempo disponível para transplantes.
- 03Mais de 72 mil pessoas aguardam por transplantes no Brasil, incluindo 1,5 mil por fígado.
- 04Custo de cada transplante com a nova tecnologia é de aproximadamente R$ 50 mil.
- 05Hospital de Base pretende realizar 15 transplantes para avaliar a eficácia da técnica.
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Um paciente de 39 anos, Rodolfo Aparecido Chicone, passou por um transplante de fígado no Hospital de Base em São José do Rio Preto, São Paulo, após o órgão ser mantido em funcionamento por 4 horas e 35 minutos em uma máquina de preservação. Essa tecnologia, que controla fatores como temperatura e oxigenação, pode aumentar o tempo disponível para transplantes de fígado de 10-14 horas para até 24 horas, permitindo melhores condições de avaliação e transporte do órgão. O procedimento foi realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e o hospital está otimista quanto ao aumento do número de órgãos aproveitados, contribuindo para reduzir o tempo de espera por transplantes. Atualmente, mais de 72 mil pessoas aguardam por transplantes no Brasil, sendo cerca de 1,5 mil por fígado. O custo de cada transplante utilizando essa nova tecnologia é de aproximadamente R$ 50 mil (cerca de $10 mil USD), e o hospital planeja realizar 15 transplantes para coletar dados que possam justificar a incorporação da técnica ao SUS. Desde 1990, o hospital já realizou mais de 5,8 mil procedimentos de transplante.
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A nova tecnologia pode aumentar o número de transplantes realizados, reduzindo o tempo de espera para pacientes que necessitam de um fígado, o que é crucial para salvar vidas.
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