Inflação na OCDE sobe para 3,4% em fevereiro, com variações significativas entre países
Inflação homóloga na OCDE "amplamente estável" sobe para 3,4%
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A inflação homóloga na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) aumentou para 3,4% em fevereiro, com 13 dos 37 países reportando alta. A Turquia e a Finlândia apresentaram os maiores aumentos, enquanto a Noruega registrou a maior queda. A inflação alimentar também acelerou para 4,0%.
- 01Inflação homóloga na OCDE subiu para 3,4% em fevereiro.
- 02Turquia e Finlândia tiveram os maiores aumentos de inflação.
- 03Noruega registrou a maior queda na inflação, de 0,9 pontos percentuais.
- 04Inflação alimentar na OCDE acelerou para 4,0%.
- 05Na zona euro, inflação geral subiu para 1,9% em fevereiro.
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A inflação homóloga na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) subiu para 3,4% em fevereiro, com 13 dos 37 países reportando um aumento. A Turquia e a Finlândia destacaram-se com os maiores aumentos de 0,8 pontos percentuais em relação a janeiro, enquanto a Noruega teve a maior queda, de 0,9 pontos percentuais, devido a uma desaceleração na inflação de energia. A inflação alimentar na OCDE também acelerou, alcançando 4,0%, refletindo um aumento significativo na Turquia. Na zona euro, a inflação geral, medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), subiu para 1,9% em fevereiro, com a expectativa de que continue a subir para 2,5% em março, impulsionada pelos preços da energia. No G7, a inflação geral permaneceu estável em 2,1%, com variações menores entre os países. No G20, a inflação homóloga subiu para 3,7%, marcando o primeiro aumento desde maio de 2024.
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O aumento da inflação pode afetar o custo de vida e o poder de compra dos cidadãos nos países da OCDE, especialmente em alimentos e energia.
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