Ministros europeus expressam preocupação com a violência no Líbano
Grupo de 15 países europeus consternado com escalada da violência no Líbano
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Quinze países europeus, incluindo Bélgica e Itália, expressaram sua consternação com a escalada da violência no Líbano, onde 1,2 milhão de pessoas estão deslocadas. Eles condenaram os ataques do Hezbollah a Israel e pediram o respeito à soberania libanesa, além de apoio humanitário urgente ao país.
- 011,2 milhão de deslocados internos no Líbano, representando 25% da população.
- 02Ministros europeus condenam as ações do Hezbollah contra Israel.
- 03Apelo para que Israel respeite a soberania do Líbano e o Direito Internacional Humanitário.
- 04Apoio à Missão Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL) e proteção aos 'capacetes azuis'.
- 05Necessidade urgente de acesso humanitário pleno e seguro no Líbano.
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Os ministros dos Negócios Estrangeiros de 15 países europeus expressaram sua preocupação com a situação no Líbano, onde 1,2 milhão de pessoas estão deslocadas, representando 25% da população total. Eles condenaram a decisão do Hezbollah de atacar Israel e pediram que o grupo cesse imediatamente todas as ações hostis. Os ministros também instaram Israel a respeitar a soberania do Líbano e a integridade territorial, além de cumprir o Direito Internacional Humanitário. A declaração enfatizou a importância da proteção de civis, após uma onda de ataques israelitas que resultou em mais de 1.300 mortos, incluindo mais de 100 crianças. Os países europeus reafirmaram seu apoio à Missão Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL) e pediram um acesso humanitário seguro e sem obstruções para ajudar as populações afetadas no país. A diplomacia é vista como essencial para alcançar uma paz duradoura na região.
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A escalada da violência e os deslocamentos forçados afetam diretamente a vida de milhões de libaneses, complicando a situação humanitária e exigindo uma resposta internacional significativa.
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