Investigação revela esquema ilegal de canetas emagrecedoras em Monte Alto, SP
Esquema ilegal de canetas emagrecedoras no interior de SP: o que se sabe sobre caso
G1 - O Portal
Image: G1 - O Portal
Uma investigação da Polícia Civil em Monte Alto, São Paulo, revelou um esquema ilegal envolvendo a aplicação de canetas emagrecedoras por profissionais de saúde sem autorização da Anvisa. Pacientes relataram efeitos colaterais, levando à apreensão de substâncias não registradas e à prisão de duas suspeitas.
- 01Investigação começou após pacientes relatarem efeitos colaterais após uso de canetas emagrecedoras.
- 02Duas profissionais de saúde foram presas em flagrante por aplicar substâncias sem autorização da Anvisa.
- 03As canetas emagrecedoras continham tirzepatida, armazenada de forma irregular.
- 04Suspeitas podem responder por crimes contra a saúde pública.
- 05A Vigilância Sanitária não interditou as clínicas, permitindo a continuidade dos atendimentos.
Advertisement
In-Article Ad
A Polícia Civil de Monte Alto, no estado de São Paulo, Brasil, iniciou uma investigação após pacientes procurarem atendimento médico relatando efeitos colaterais do uso de canetas emagrecedoras. As queixas foram registradas na Ouvidoria do município e, a partir disso, a Vigilância Sanitária acionou a polícia. As principais suspeitas são a biomédica Sinara Correa de Oliveira e a técnica de enfermagem Ivane Rosa da Silva, que foram presas em flagrante. Durante a operação, foram apreendidas ampolas de tirzepatida, uma substância utilizada em canetas emagrecedoras, que estavam armazenadas sem comprovação de procedência e sem registro na Anvisa. As investigações revelaram que duas clínicas atuavam em conjunto, indicando clientes uma para a outra, criando um esquema de encaminhamento. As aplicações eram consideradas irregulares, mesmo com receitas médicas, pois o medicamento não tinha autorização da Anvisa. As suspeitas podem responder por crimes contra a saúde pública, incluindo falsificação e adulteração de produtos. Apesar da gravidade do caso, as clínicas não foram interditadas, permitindo que outros profissionais continuem atendendo. A defesa das suspeitas argumenta que elas não têm histórico de irregularidades e que os produtos apreendidos seriam de uso pessoal. A investigação ainda está em andamento, buscando identificar outros envolvidos e quantos pacientes foram afetados.
Advertisement
In-Article Ad
Os pacientes que utilizaram as canetas emagrecedoras podem ter sido expostos a riscos à saúde, e a continuidade dos atendimentos nas clínicas pode afetar a segurança dos serviços prestados.
Advertisement
In-Article Ad
Reader Poll
Você acredita que a fiscalização sobre produtos de saúde deveria ser mais rigorosa?
Connecting to poll...
More about Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Ler o artigo original
Visite a fonte para a matéria completa.





