Mulher trans de Pernambuco conquista direito à cirurgia de redesignação sexual após longa espera
Após mais de dez anos de espera, mulher trans consegue na Justiça direito à cirurgia de redesignação sexual
G1 - O Portal
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Uma mulher trans em Pernambuco, Brasil, obteve na Justiça o direito à cirurgia de redesignação sexual após mais de dez anos de espera. A decisão da juíza Liz Corrêa de Azevedo destaca a importância do acesso a procedimentos de saúde para alinhar a anatomia à identidade de gênero, conforme as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS).
- 01A mulher trans aguardou mais de dez anos pela cirurgia de redesignação sexual.
- 02A decisão judicial foi proferida pela juíza Liz Corrêa de Azevedo.
- 03A Justiça fundamentou a decisão no princípio da dignidade humana e nas políticas do SUS.
- 04O diagnóstico de disforia de gênero foi confirmado por perícia médica judicial.
- 05A juíza destacou que a cirurgia é uma intervenção terapêutica essencial, não apenas estética.
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Uma mulher trans de Pernambuco conseguiu, após mais de dez anos de espera, o direito à cirurgia de redesignação sexual por meio de uma decisão judicial. A juíza Liz Corrêa de Azevedo, da 17ª Vara da Justiça Federal em Pernambuco, determinou que a União, o governo de Pernambuco e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) tomem as medidas necessárias para viabilizar o procedimento. A decisão foi baseada no princípio da dignidade da pessoa humana e na necessidade de assegurar que a saúde de pessoas trans inclua o acesso a tratamentos que alinhem sua anatomia à identidade de gênero. A paciente, diagnosticada com disforia de gênero, enfrentou um longo processo devido a uma decisão administrativa que a desligou do programa de acompanhamento. A magistrada enfatizou que, mesmo que a conduta da autora tenha justificado a medida administrativa, isso não deve impedir o acesso ao tratamento, sendo responsabilidade do estado garantir esse acesso conforme as diretrizes do SUS. O Processo Transexualizador, regulamentado desde 2008, estabelece o acompanhamento de pessoas trans em sua transição, incluindo serviços ambulatoriais e hospitalares.
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A decisão judicial representa um avanço significativo para os direitos de saúde das pessoas trans, garantindo acesso a tratamentos essenciais e promovendo a dignidade humana.
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